sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Ficha de Trabalho de Biologia - 12º Ano - Sistema Imunitário


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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Ficha de Trabalho de Biologia - 12º Ano - Sistema Imunitário


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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Biologia e Geologia - Powerpoint sobre a Tectónica de Placas


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sábado, 25 de janeiro de 2014

Ficha de Trabalho sobre Vulcanismo


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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Regras para Elaborar um Relatório Científico



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domingo, 19 de janeiro de 2014

Determinação da Profundidade do Campo Óptico




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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Determinação do Diâmetro de Campo do Microscópio Óptico




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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Características da Imagem em Microscopia Óptica



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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Constituição e Funcionamento do Microscópio Óptico Composto



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sábado, 11 de janeiro de 2014

Esquema sobre o DNA Recombinante



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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Biologia e Geologia - Resumo sobre Metabolismo




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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Resumo sobre Enzimas




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domingo, 5 de janeiro de 2014

Espécies em vias de extinção em Portugal

Abutre preto Aegypius monachus
Encontramos esta espécie sobretudo na zona fronteiriça do Alentejo e Beira Baixa. Apesar de cerca de uma centena frequentar território nacional, não há registo de terem nidificado com sucesso, embora tenham construído plataformas para o efeito.

Cabra montês Capra pyrenaica
Desapareceu do Gerês no final do século XIX, mas a Galiza apostou na protecção da espécie. Em 1999, reapareceu em Portugal. Encontramo-la em zonas montanhosas rochosas, florestas e matos temperados.


Cágado-de-carapaça-estriada Ermys orbicularis
Não se sabe ao certo quantos existem e, geralmente, são vistos isolados ou em pequenas populações. Estas encontram-se na zona de Vila Verde e na área do Douro Internacional. As zonas mais importantes para a espécie são os rios Mira, Arade e Guadiana.

Freira-da-madeira Pterodroma madeira
Nidifica na parte oriental do maciço montanhoso central da ilha da Madeira e ainda existe devido aos esforços de conservação feitos pelo Parque Natural da ilha. A população deve variar entre os 60 a 75 casais reprodutores.


Lince ibérico Lynx pardinus
O declínio do lince ibérico é acentuado, sendo considerado uma espécie em pré-extinção. Embora se encontrem indicações da sua presença em Portugal, não há provas de aqui ainda residam alguns.


Lobo marinho Monachus monachus
Esta espécie está circunscrita às Ilhas Desertas e Madeira. Nas últimas décadas, perdeu 80% da sua população. Considera-se que existam, actualmente, 25 animais, que habitam zonas de profundidade superior a seis metros.


Saramugo Anaecypris hispanica
Este peixe ocorre apenas na bacia hidrográfica do rio Guadiana, em pequenos cursos de água de carácter intermitente, pouco profundos, vegetação aquática e fundos pedregosos.


Víbora-de-seoane Vipera seoanei
Esta espécie existe no Minho e Trás-os-Montes. Encontra-se em zonas de lameiros, pastagens, prados e matagais. A perda de habitat e a repulsa que provoca nos humanos contribuem para a redução da população.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Infertilidade humana


Actualmente existem procedimentos biotecnológicos que permitem manipular, até certo ponto, os processos reprodutivos. Estes procedimentos incidem quer sobre o controlo da natalidade quer sobre a resolução de problemas de fertilidade. De facto, o conceito de Saúde Reprodutiva prevê que as pessoas possam ter uma vida sexual satisfatória e segura, tendo a capacidade de se reproduzir e decidir se, quando e com que frequência o fazem.
O desejo manifestado por muitos casais de poder ter filhos é natural, porém, torna-se difícil realizar este desejo nos casais afectados pela infertilidade.
A infertilidade, segundo a Organização Mundial de Saúde, afecta cerca de 10% dos casais de todo mundo. A infertilidade traduz-se na incapacidade temporária ou permanente de conceber um filho ou levar uma gravidez até ao seu termo natural. A infertilidade pode ter origem na mulher, no homem ou em ambos, sendo cerca de 52% dos casos relacionados com factores femininos, e 48% com factores masculinos. Mas em cerca de 1/3 dos casos totais existentes de causas de infertilidade residem em ambos os elementos do casal. Deste modo, é muito importante que os casais afectados procurem assistência médica especializada.

A infertilidade
Como já foi referido, a infertilidade é a incapacidade temporária ou permanente em conceber um filho ou em levar a cabo uma gravidez até ao seu termo natural.
A infertilidade afecta três em cada dez casais europeus em idade reprodutiva. A maioria dos casais assume que são férteis e esperam conceber um filho logo após o término do uso de métodos contraceptivos. Contudo, em cada dez mulheres em idade fértil duas são inférteis.
Considera-se que existe um problema de infertilidade quando um casal tem relações sexuais regularmente, sem utilizar contracepção durante um período de 1 ano, sem que ocorra uma gravidez. No entanto, tal não significa que a gravidez não possa ocorrer naturalmente após esse período ou recorrendo a técnicas específicas, uma vez que a infertilidade total, ou esterilidade, é uma situação rara. Os tratamentos actuais, que recorrem a técnicas específicas para possibilitar a gravidez, oferecem uma boa taxa de sucesso, e cerca de 3 em cada 4 mulheres submetidas ao tratamento engravidarão.
Um estudo efectuado recentemente indica que um declínio significativo da fertilidade começa entre os 30 e os 33 anos, sendo mais acentuado entre os 35 e os 38 anos para as mulheres, enquanto que nos homens, o declínio da fertilidade é menos dramático, este só se torna notório a partir dos 40 anos.
Quando se suspeita que um casal tem um problema de infertilidade, o primeiro passo do médico passa por realizar os testes no casal, procurando as causas da baixa de fertilidade.

Causas da infertilidade
A maioria dos casais, com dificuldades em engravidar, não é estéril, porém são inférteis ou subférteis. A infertilidade pode ter origem na mulher, no homem, ou em ambos. Contudo existem factores sem causa aparente.

Factores masculinos
No homem, a infertilidade está, geralmente, relacionada com os seguintes problemas:
Produção insuficiente (hipospermia) ou nula (Azoospermia) de espermatozóides;
Produção de espermatozóides de fraca qualidade, ou seja, com formas anormais (Teratozoospermia) ou com baixa ou nula mobilidade, impedindo-os de perfurar a camada externa do óvulo;
Problemas anatómicos ou fisiológicos ao nível do aparelho reprodutor, como a obstrução dos canais por onde circula o esperma (pode decorrer da ausência congénita do deferente, ou do bloqueio de um ducto ejaculatório);
Varicocele;
Criptorquidia;
Infecção espermática;
Gametogénese anormal;
Impotência;
Por vezes, ainda, os espermatozóides são aparentemente normais, mas não conseguem fecundar o óvulo, devido a anomalias bioquímicas impossíveis de detectar ao microscópio;
Causas hormonais, como a falta de FSH e LH;
Desordens imunológicas: anticorpos contra os próprios espermatozóides (anti-espermatozóides);
Anomalias genéticas.
O espermograma é um exame de grande importância na avaliação do homem infértil. Em caso de alteração espermática, deve-se pedir pelo menos dois testes com intervalo de três meses, dado que, este é o período necessário para o nascimento de uma nova família de espermatozóides.
Se os valores encontrados num espermograma de um homem forem diferentes daqueles encarados como normais, considera-se que este poderá ter um problema de infertilidade. Porém, deve-se tomar em atenção que, alguns medicamentos ou factores ambientes podem alterar temporariamente a qualidade do sémen.
As principais causas da produção de espermatozóides de fraca qualidade estão relacionadas com:
– Tabaco;
– Álcool;
– Exercícios excessivos;
– Cafeína;
– O consumo de substâncias psicotrópicas;
– O stress;
– A exposição a substâncias tóxicas como o chumbo;
– Vibração excessiva;
– Defeitos genéticos;
– Alterações hormonais;
– Infecções.

Varicocele
A Varicocele é a principal causa de infertilidade nos homens e ocorre devido a uma dilatação das veias espermáticas internas que drenam o testículo.
A varicocele desenvolve-se devido a válvulas defeituosas que, em condições normais, permitem o refluxo do sangue do testículo para o abdómen. A deficiência testicular ocorre devido ao fluxo anormal de sangue do abdómen para o escroto, deste modo, aumenta a temperatura testicular, propiciando um meio desfavorável para a espermatogénese, afectando assim a fertilidade do homem. Por outro lado, a varicocele interfere na concentração de testosterona, afectando mais uma vez a espermatogénese.

Criptorquidia
Em cada 125 crianças do sexo masculino, uma delas sofre de criptorquidia, que consiste na não descida de um ou dos dois testículos para o escroto (bolsas onde, normalmente, ficam alojados os testículos) durante o desenvolvimento embrionário.
Estas crianças, quando adultos, têm pouco probabilidade de serem férteis, visto que, a não descida dos testículos implica um aumento da temperatura testicular, propiciando um meio desfavorável para a formação de espermatozóides.
Se o testículo não descer para o escroto durante o 3º trimestre da gestação, pode no entanto fazê-lo durante o primeiro ano de vida., contudo, se tal não ocorrer deve-se optar pela cirurgia, todavia, a correcção cirúrgica não garante que o testículo venha a funcionar normalmente.


Factores femininos
Na mulher, alguns dos factores mais comuns que podem levar à infertilidade são:
Ausência da ovulação (anovulação), quer porque os ovários não desenvolvem oócitos maduros, quer porque não os libertam;
Ovulação pouco frequente;
Disfunção do hipotálamo na produção de Gn-RH;
Malformações da hipófise que originam a falta de FSH e LH;
Problemas anatómicos ou fisiológicos ao nível do aparelho reprodutor, como, trompas de Falópio bloqueadas, danificadas ou ausentes, e a obstrução do colo do útero;
Inibição da nidação ou rejeição do embrião após esta fase;
Menopausa precoce (provavelmente genética);
Causas genéticas como o síndrome de Turner em que há pouco ou nenhum tecido ovárico;
Causas psicológicas, como o stress e emoções fortes que provêm, por exemplo, da perda de um ente querido, dificuldades no casamento.
Outros factores que podem provocar infertilidade na mulher são as lesões tubárias, que levam ao bloqueio do encontro do oócito II com o espermatozóide. As suas principais causas são:
– Infecções provocadas por bactérias ou vírus;
– Doenças abdominais, tais como a apendicite, colite, peritonite, infecção pós-parto e aborto, cirurgia prévia – como abdominal ou pélvica;
– Gravidez ectópica (fora do útero), que pode ser letal à mulher e repetitiva;
– Defeitos congénitos, como anormalidades numa ou em ambas as trompas de Falópio;
– Endometriose (formação de endométrio em locais fora do útero), que leva à inflamação e cicatrização das trompas de Falópio.
O muco cervical é outro facto que pode levar à infertilidade na mulher, quer em casos em que ele é escasso, quer em casos em que ele é muito espesso, uma vez que impede a locomoção adequada do espermatozóide para atingir o oócito II.
Decorre de alterações hormonais, como pouco estrogénio, excesso de progesterona.

Outras causas de infertilidade
Deve-se também tomar em consideração que a fertilidade pode ser afectada, em termos individuais, por diversos factores, como a alimentação, o estado de saúde geral ou, no caso da mulher, a idade e a amamentação.
Existem também diversas doenças que podem provocar a infertilidade. As doenças sexualmente transmissíveis (DST) ou doenças venéreas são doenças infecciosas de etiologia variada e propagam-se, essencialmente, através de contactos sexuais, podendo provocar a infertilidade.
– Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – SIDA;
– Hepatite B;
– Herpes Genital;
– Gonorreia;
– Clamídia;
– Sífilis;
– Candidíase;
– Tricomoníase.
Também as operações cirúrgicas nas quais sejam extraídos os ovários (ovariectomia ou ooforectomia) ou o útero (histerectomia), à mulher, ou os testículos, ao homem, provocarão esterilidade.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Fungos, um inimigo desconhecido


Para as crianças e adultos que frequentam piscinas, praticar natação é um prazer, mas se não forem tomadas as devidas precauções, as zonas de acesso podem constituir um foco de infecções. Os fungos que por ali proliferam são formas de vida simples que, por vezes, estão na origem de situações complexas.

Durante o Verão, o aumento do suor favorece o aparecimento das micoses na pele.
Os cuidados higiénicos são importantes para evitá-los.
Os fungos são uma antiga forma de vida. Não são plantas porque não têm clorofila nem podem fabricar o seu próprio alimento. Os seus parentes mais próximos são as bactérias e provavelmente é destas que eles provêm.
Os fungos decompõem a matéria orgânica morta ou parasitam animais, plantas e humanos, sendo a sua actividade vital para as formas superiores de vida.
A maioria dos fungos é inócua ou benéfica. Basta pensar que, para além dos fungos comestíveis (cogumelos), nesta classe também entram leveduras, utilizadas na panificação e na fermentação da cerveja. Contudo, eles podem provocar perturbações ou mesmo doenças graves.

As micoses, quando atingem a pele, recebem geralmente o nome de tinhas (ou tínea) e manifestam-se pelo aparecimento de lesões de cor avermelhada, escamação e são pruriginosas, ou seja, provocam comichão. Destacam-se as seguintes micoses:

Micose de couro cabeludo (capitis)
Muito frequente em crianças pré-escolares e escolares. Apresenta-se como uma placa de cabelos picotados, com descamação no centro ou com reacção inflamatória. Quando apresenta muitos abcessos ou pus, forma o quadro denominado de Kerion celsii, podendo até deixar cicatriz.

Micose de barba (barbae)
Ocorre na área da barba. Pode ter aspecto inflamatório, semelhante à infecção ou apresentar uma lesão com bordas bem delimitadas, com microvesículas e um centro, com crescimento descamativo pelas bordas, como é típico de todas lesões de micoses.

Micose do corpo (corporis)
Pode aparecer em qualquer área do corpo, em geral com um aspecto bem característico, e crescimento pelas bordas, com microvesículas, avermelhada.

Micose de mão (manuum)
Pode apresentar-se como uma descamação difusa ou com pequenas bolhas.

Micose crural (cruris)
É a tinha localizada entre as coxas, podendo alastrar-se para a área genital. E mais comum em homens e no Verão (pelo aumento da temperatura local e da humidade).

Pé de Atleta
É uma infecção na qual a pele do pé se torna húmida, inflamada e com comichão. Primariamente, a infecção afecta a pele entre e debaixo dos dedos dos pés, sobretudo do quarto e do quinto. A pele descasca-se e greta, produzindo, por vezes, áreas feridas. Nos casos graves, as unhas também são afectadas e tornam-se espessas e descoloridas.

Micose de unha
A onicomicose é uma infecção das unhas que ocorre com maior frequência nos pés, mas também pode ocorrer nas mãos.
Quando uma micose se instala nas unhas, estas podem sofrer um espessamento, alterar a sua forma e aparência, mudar a sua coloração; algumas vezes tornam-se mais frágeis e quebradiças e, noutros casos, ficam endurecidas.

Candidíase
A candidíase manifesta-se em áreas constantemente húmidas, como na região da fralda nas crianças, área sob as mamas, entre os dedos das mãos de pessoas que trabalham expostos à água, na região da virilha… Apresenta-se geralmente como lesões avermelhadas sobre a pele húmida e macerada. Pode gerar comichão, ardor ou outros sintomas, dependendo da extensão da lesão.

Micose de Praia
A Micose de Praia ou Pano Branco surge geralmente como manchas que escamam, às vezes brancas, outras castanhas ou ainda noutras tonalidades. Normalmente, surge no corpo, pescoço, face e membros. Praticamente, esta doença não apresenta sintomas.

Histoplasmose
A Histoplasmose é uma infecção causada por um fungo, o Histoplasma capsulatum, que se encontra no solo e nos excrementos de morcegos e determinadas aves. Na maioria dos casos manifesta-se nos pulmões, sendo provocada pela inalação dos minúsculos esporos do fungo, transportados pelo ar. Na sua forma mais aguda provoca febre, mal-estar e outros sintomas semelhantes aos da gripe.

Como prevenir as micoses?
Tenha bons cuidados higiénicos.
Prefira meias e roupas íntimas de algodão, pois as fibras sintéticas retêm o suor.
Mantenha os ambientes secos e limpos.
Não use roupa e calçado apertados e inadequados.
Seque a pele após o banho, piscina, praia, ou quaisquer outras actividades que deixem a pele húmida, com especial atenção para a região das dobras, como virilhas, entre os dedos, sob as mamas.
Não compartilhe toalhas, roupas e chinelos com outras pessoas.
Evite caminhar descalço em locais públicos (piscinas, praias e saunas).
Quando for à manicura ou pedicura, leve o seu próprio material, caso não o tenha, verifique se está esterilizado.
Mantenha as unhas sempre bem limpas e curtas.
Não leve animais domésticos à praia e evite as que são frequentadas por cães e gatos.
Doenças como a diabetes devem ser controladas.

Como tratar as micoses?
É importante saber que as micoses podem ser tratadas. Poderão ser usadas medicações locais sob a forma de cremes, loções, soluções ou medicações via oral, dependendo da intensidade do quadro. O tratamento das micoses é sempre prolongado, variando de 30 a 60 dias. A interrupção do tratamento deve ocorrer por orientação médica, pois mesmo sem sintomas o fungo pode resistir nas camadas mais profundas.
Evite usar medicamentos indicados por outras pessoas, pois podem ocultar características importantes para o diagnóstico correcto da micose. O especialista irá prescrever um tratamento adequado ao tipo de infecção.
Um aspecto importante do tratamento é seguir correcta e rigorosamente a prescrição médica, pois se todos os fungos não forem eliminados, a micose pode voltar.
Sempre que tiver alguma suspeita de micose, procure o médico para a diagnosticar e tratar correctamente.
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